quarta-feira, 12 de setembro de 2012
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sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Tirando a poeira do teclado
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Leap of faith
quarta-feira, 28 de março de 2012
Downpour
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
that´s my spot!
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Hoje, só para não passar em branco
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
bate bola
domingo, 13 de novembro de 2011
the end....?
terça-feira, 1 de novembro de 2011
Da costela
domingo, 23 de outubro de 2011
Bye bye
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Talk, talk, talk
domingo, 2 de outubro de 2011
A good man
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Haunted
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Muito tempo fora de casa.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
The first and the last
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Só para tirar a poeira dos teclados.
sábado, 18 de dezembro de 2010
In real life
Mas essas ferramentas são úteis... namoros à distância, atualizar fofocas, manter contato com família e amigos que estão longe, etc e tal. Daí entra aquele papo de fins e meios, que gente meio_cult_meio_intelectual_meio_crítico adora falar.
Assim que abri orkut hoje vi uma foto ali do lado, de uma pessoa que estudou comigo. Cliquei, vi no álbum dela fotos de pessoas conhecidas, entrei.
Fotos são sempre felizes. Sempre todo mundo sorrindo. Um mundo estático, paradinho ali... mas como tem vida! Senti uma pequena pontada de inveja por não figurar em nenhuma das fotos daquele álbum. Nunca fui um cara muito pop, sempre cisudo, sempre mal humorado...
Enquanto eu pensava na minha falha épica em me tornar uma das figuras bem lembradas da minha sala, me veio algo na cabeça, a motivação de estar escrevendo essa parada.
Esse mundinho virtual, esse uma espécie de máquina do tempo. Quando me pego pensando no blog, ou nos meus amigos que vez ou outra comentam no blog, eu reconstruo nossa história e a partir dali, crio outras, onde, pasmem, eu posso ser um cara pop na faculdade. O engraçado é que poderíamos fazer isso sem blogs, tweets, facebooks e orkut. Já temos a nossa máquina de realidade virtual na nossa cachola.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Na dúvida...
Nessa semana de calor infernal, paradoxalmente a brisa que sopra nesta noite de sexta é quase um açoite: me destrói, arranca pedaços de mim, feito de areia eu me desmancho.
Esse afago da noite me castiga porque sei que não o terei amanhã. Ter algo bom para depois ser privado dele é o pior castigo que um homem pode ter.
Mas muitas coisas nesta sexta me são extraordinárias. O fato da minha namorada ter defendido o TCC, talvez o fato da minha última disciplina do bacharelado ter acabado... o fato de ter folga amanhã.
Mas tudo isso vai ficar para trás logo, e outros problemas começarão. Uma pós quem sabe, uma nova semana de trabalho.
Talvez seja bom, talvez eu me anime, talvez desanime.
Talvez para longe, talvez para perto.
Na dúvida, eu sempre voto pela proximidade do inferno.
sábado, 3 de julho de 2010
xícara de café?
- Ah, é você. Entre.
- Obrigado.
- O que você veio fazer aqui?
- Devolver suas coisas.
- Ah, sim. Obrigada.
- Como você está?
- Bem.
-...
- Ah, desculpa, é de praxe retribuir a pergunta, né? Fazer de conta que se preocupa. Desculpa. "Bem, e você?"
- Isso é tão desnecessário.
- Desnecessário é existir coca light e coca zero, fazer continuação do Todo mundo em pânico, colocar borda de catupiri em pizza de catupiri. Desnecessário é você vir até aqui.
- Ok. Só vim lhe trazer isto.
- Que gentileza a sua. Não quer entrar e tomar uma xícara de café?
-...
- Ah, olha só. Esses cds são meus mesmo.
- Por isso estou te devolvendo.
- É, você já ficou com muita coisa minha mesmo: 2 anos da minha vida.
- Já chega, estou indo.
- Você já foi, meu querido.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Trust me
O princípio básico da cordialidade: “faça para os outros apenas aquilo que você gostaria que fizessem a você”. Podemos colocar outros modelos prontos como “sua liberdade acaba onde começa a minha”, ou ainda, “coloque-se no lugar dele (a)”. Enfim muitas frases que clamam para que nós olhemos o lado do outro.
Frases de mãe quando dá bronca na gente.
A base da sociedade é reconhecer que o homem enquanto indivíduo não é capaz de prover a quantidade de bens necessários para sobreviver. E quanto mais avançamos dentro da modernidade (ou pós, vai saber) mais isso se agrava. E de quebra, quando a gente passa a viver em sociedade essa dependência passa a ir para além do consumo material: dependemos uns dos outros de forma afetiva também. Nem estou falando de amor e tal (embora esteja envolvido e seja legal) estou falando de companhia mesmo, de amizade, de cumplicidade, de confiança no outro.
Nosso tempo é marcado por extrema desconfiança. Dos círculos mais íntimos como a família; dos unidos pela fé e pela moral como em igrejas; nos agrupamentos reunidos por interesses comuns práticos, como o trabalho ou a universidade; e enfim, naqueles relacionamentos escolhidos a dedo, namoros/casamentos/noivados/___________(<- insira aqui alguma forma menos tradicional de sua escolha), temos desconfiança.
E é estranho. Estamos juntos no mesmo barco. Não quero entrar na discussão sobre estranhamento, sobre fetichização das relações sociais, sobre dominação (de qualquer sentido), sobre ética religiosa (cristã ou ________ <- insira aqui uma outra doutrina da sua escolha) não acho que seja necessário. Não preciso de teorias para pensar sobre algo que é muito óbvio: eu preciso de você. Da maneira prática ou da forma mais pura e bela, eu preciso de você. E sei que você também precisa de mim (sem querer parecer cantor de música sertaneja).
Dividimos o mesmo tempo, o mesmo espaço, a mesma comida, a mesma condução, o mesmo trabalho, a mesma casa (parceiros alguns dividem, mas aí vai do gosto de cada um), por que não podemos dividir nossa confiança inabalável em nós mesmos, depositando um pouco nos outros?
E não me olha com essa cara desconfiada! Foi só uma sugestão...